sábado, 8 de abril de 2017

Eu gosto de brinco e de brincar!

Mais um sábado, mais um BRINCANDO COM A CHICA! A cada semana Chica nos dá mais uma palavra bem sugestiva:


Os brincos são acessórios de extrema importância no cotidiano feminino. Conheça um pouco da história dos brincos:
Seja como um sinal de riqueza ou objeto de identificação cultural, historiadores afirmam que seu uso se deu por volta de 2500 A.C. De acordo com algumas crenças antigas, pensava-se que espíritos malignos poderiam  penetrar o corpo de uma pessoa através de seus orifícios. Com o propósito de impedir que isso acontecesse, é que surgiram os primeiros brincos. Após esse marco, os brincos ganharam popularidade e estilo, atravessaram o tempo influenciados pela condição econômica de seus usuários, pela moda e por fatores sociais.
Originários da Ásia e Oriente Médio, os brincos tinham dois formatos: os pendentes que eram bem elaborados e as argolas. Funcionavam como indicadores de status sociais, quem os usavam era sinal de riqueza. Entre os marinheiros, ter uma orelha furada significava que o usuário do brinco havia viajado por todo o mundo ou cruzado a linha do equador.
Durante o Império Romano, pedras preciosas como safiras, esmeraldas e águas marinhas eram largamente utilizadas para compor seu design, e as mulheres ricas usavam os brincos para exibir seu status social.  Mas na Idade Média, a pobreza veio com tudo, e as joias de metais declinaram nitidamente, embora o design tenha sido preservado e usado posteriormente. Durante esse período a atenção se voltou para os penteados e vestimentas mais elaborados, bem como os enfeites de cabeça. Como resultado disso, o brinco perdeu muito de seu apelo.
Entretanto, durante o século XVI, os cabelos começaram a ser usados presos, no alto da cabeça, deixando o rosto à mostra. Dessa forma, os brincos começaram a aparecer novamente, por volta de 1850. No entanto, perderam popularidade mais uma vez, já que os cabelos passaram a ser usados cobrindo as orelhas e bonés e chapéus eram quase que obrigatórios. Além disso, a crença religiosa e o comportamento social da época associavam os brincos ao paganismo, à vaidade e aos excessos morais.


Em meados do século XX, os brincos ressurgem com força total e com diferentes formas, tamanhos e pesos. Tornaram-se populares sendo que os modelos mais discretos eram usados durante o dia e os mais deslumbrantes ficavam reservados para a noite. Atualmente podemos ver uma gama de brincos por aí, e a moda faz com que se tornem cada vez mais presente.
do blog Dica da Eve

Minhas frases de sete palavras?


Eu já saí da maternidade usando brinco!


Sem brinco eu não saio de casa!


sábado, 1 de abril de 2017

Ainda bem que foi "quase"!

Mais um sábado, mais um BRINCANDO COM A CHICA! A cada semana Chica nos dá mais uma palavra bem sugestiva:


Passando as fotos para o computador, problemas com o cartão de memória, necessidade de formatar...
Essa semana vou começar o post com a minha frase de sete palavras:

QUASE PERDI TODAS AS FOTOS DO PASSEIO!

Passeio esse que começou dia 15/3 (quarta-feira), quando as 8h+ou- saímos de Araruama rumo a Rodoviária Novo Rio. Conseguimos passagens no ônibus das 11:10h para Aparecida. Chegando lá, logo embarcamos para Roseira e as 17h+ou- chegávamos à Pousada Santanna. Deixamos as malas e fomos ao supermercado comprar água e lanche para jantar. Tomamos banho, jantamos e desabamos na cama!
Dia 16 (quinta-feira), tomamos café na Padaria Valle e saímos de táxi para o Mosteiro da Sagrada Face: um lugar maravilhoso! Valeu a pena conhecer! Voltamos de táxi e almoçamos numa pensão indicada pela atendente Simone, da padaria. Pensão do Joel! Comida caseira e muito gostosa. Tiramos um cochilo e saímos para conhecer a cidade. Andamos um bocado e as pernas já nem queriam mais andar... Jantamos pizza na padaria e, mais uma vez desabamos na cama mortas de cansadas!



Dia 17 (sexta-feira), tomamos café e arrumamos as malas e saímos pra conhecer o que ainda faltava. Almoçamos novamente na Pensão do Joel e as 13h+ou-, de taxi - o mesmo taxista, Sr. Sidney - será que só tem um taxista na cidade? Fica a dúvida!) rumo a Aparecida. As 14h+ou- chegávamos ao Hotel Recreio, nos alojamos e saímos para bater pernas no comércio. Banho, missa das 18h na Basílica Antiga. Quando saí do hotel, chuviscava, atravessei a praça e entrei na igreja. Durante a missa, a chuva virou tempestade com direito a trovoadas e até queda de energia! Depois da missa jantamos (Baurú gostoso que só!) e caímos mortas na cama!
Dia 18 (sábado), tomamos café da manhã, tempo lusco-fusco... Beth colocou o guarda chuva na bolsa e eu acreditei na moça da recepção que disse que só ia chover depois das 17h, não levei o meu. Atravessamos a passarela e fomos direto fazer o passeio de balsa pelo rio Paraíba do Sul. No trajeto, de trenzinho, conhecemos a Cidade dos Romeiros que ainda está em construção. O passeio é bem gostoso! Retornando, almoçamos e fomos para o Memorial da Devoção a Nossa Senhora Aparecida, onde visitamos uma exposição sobre a vida de Renato Aragão ( o Didi dos Trapalhões), o museu de cera e assistimos um filme contando a história do encontro da imagem de Nossa Senhora.




Saindo de lá, visitamos o Aquário de Aparecida, onde realmente (eu achei que era mentira) vive um casal de tubarões - Isaías e Rebeca! Lanchamos na Casa do Pão e fomos para a Torre da Basílica: subimos até o mirante e visitamos o Museu Nossa Senhora Aparecida. Descemos e... chuva! Ainda fizemos uma horinha, fomos na Capela das Velas, mas a chuva não passava e tínhamos que atravessar mesmo, encaramos a travessia no guarda chuva da Beth... entre pingos e respingos, chegamos ao hotel mais secas que molhadas!
Banho, descanso (o dia foi puxado!), jantamos (XSalada, fritas, coca e sorvete) e o que mais? CAMA!
Dia 19/3 (domingo), tomamos café da manhã e “esticamos as pernas” caminhando no entorno do hotel enquanto esperávamos a Sileni - amiga blogueira que mora em Guaratinguetá. Grande expectativa para mais uma “desvirtualização”! Chovia fino e estava querendo esfriar.
Finalmente o encontro que é sempre uma forte emoção: abraços, beijos e troca de lembranças! Ela sugeriu que fôssemos conhecer a Fazenda da Esperança, em Guaratinguetá, e para lá fomos! Uma visita inesquecível! O trajeto é em clima de tranquilidade e harmonia com a natureza. A Fazenda é rodeada de montanhas, estava terminando a missa quando chegamos. Percorremos algumas instalações, tudo muito bem cuidado e a palavra que melhor descreve o local é PAZ!


Hora de almoçar, fomos para o Shopping Buriti. Sileni e o marido nos levaram para almoçar num restaurante maravilhoso. Batemos um bom papo e, triste!, hora de retornar: eles nos deixaram no hotel e mais emoção na hora da despedida. Reencontro marcado para 2019, pois eu vou a Aparecida a cada dois anos!
Eu e Beth subimos, tomamos banho e atravessamos a passarela para a missa das 16h na Basílica. Depois da missa, batemos pernas, jantamos (um sanduiche americano de lamber os beiços) e... cama! Mais um dia puxado terminava e o dia seguinte prometia ser de lascar!
Dia 20/3 (segunda-feira), tomamos café e o tempo estava nem barro, nem tijolo e eu achei melhor carregar o guarda chuva na bolsa. Atravessamos a passarela e começamos a caminhada: fomos conhecer o Presépio que é lindo D+! Seguimos para o Shopping dos Romeiros e, dessa vez, percorremos TODAS as lojas. Almoçamos e como ameaçava chover, atravessamos de volta, visitamos o Memorial Redentorista e o Orquidário do Padre Vitor e ficamos saracoteando no comércio. Fui a missa das 18h na Basílica Antiga e terminamos o dia com pizza!


Dia 21/3, tomamos café da manhã logo no primeiro horário e fomos pra rodoviária, saindo de Aparecida no ônibus das 7:45h. De agora em diante vou observar esses horários, tanto pra ir como pra voltar... As 12:10 chegamos na Rodoviária Novo Rio, almoçamos e embarcamos no 1001 das 13:30h para Cabo Frio e descemos direto aqui na esquina. As 16h+ou-, em casa, assuntos em dia, banho e pernas pra cima que o cansaço era grande!
Mas valeu, valeu muito mesmo!




sábado, 4 de março de 2017

Fotografar e relembrar

Mais um sábado, mais um BRINCANDO COM A CHICA! A cada semana Chica nos dá mais uma palavra bem sugestiva:


Vou aproveitar o gancho e contar sobre o feriado:
Bora fugir do estresse do trânsito do feriadão? Bora lá! E dessa vez fomos pra longe... põe longe nisso: saímos de Araruama na sexta, dia 24/02, as 7h +ou -, e dessa vez eu também colaborei com o atraso da saída... esqueci meu RG e precisei voltar em casa! Lá fomos nós estrada a fora, rumo a Aracruz ES. Na primeira parada para esticar as pernas, o ônibus teve um problema mecânico e ficamos esperando a solução. Faz parte, né? Quem pega a estrada precisa estar preparado pra tudo!
Resolvido o problema seguimos até a parada para o almoço, ainda em Campos RJ. Seguimos sem problemas até Serra ES onde precisamos pedir informação numa rotatória, paramos num posto de gasolina e, informação errada... voltamos ao mesmo lugar! 20h +ou-, pouca gente na rua, entrou para abastecer um taxi e, finalmente, a informação correta! Chegamos ao SESC Praia Formosa e ainda pegamos o final do horário do jantar! Fome saciada, malas nas mãos, chave dos apartamentos, banho e cama! Eu não deitei: eu desabei! Mais de 12 horas de estrada...
O sábado (25/02) amanheceu lindo, depois do café da manhã, passamos os olhos na programação para o dia: o Passeio Ecológico parecia perfeito, e foi! Saímos com um pequeno - mas muito animado - grupo seguindo a recreadora Isabela, passando por vários recantos do SESC: praças temáticas, esculturas e muita beleza natural. O ponto alto do passeio foi o mirante de onde se avista toda a estrutura do SESC. De cair o queixo! No retorno do passeio, parque aquático! À tardinha refizemos o percurso de trenzinho e, depois do jantar, música ao vivo e papo animado!
No domingo (26/02) o passeio foi na Praia Formosa, na direção sul. No final da praia, uma trilha e... óóóóóó... piscinas naturais formadas pelas rochas vulcânicas! Aquela água mansinha, eu tive que dar um mergulho, né! No retorno da caminhada, ainda deu tempo de pegar a hidro recreação no parque aquático. Á tarde, saímos caminhando pelas alamedas. Muitos prédios ( o SESC acomoda cinco mil pessoas), jardins, esculturas... um mundo, nem conseguimos ver tudo! Depois do jantar, baile de carnaval com desfile dos homens vestidos de mulher! Cada peça...
Na segunda (27/02), saímos eu e Andreia caminhando na direção norte da praia e no retorno fomos para a hidro recreação. Esse dia estava abafado, parecia que ia chover, ligamos o ar no apartamento e acabamos dormindo! Descemos pra jantar e depois ficamos curtindo música ao vivo.
Na terça (28/02), o sol estava nem barro nem tijolo, fomos logo depois do café da manhã para o parque aquático, participamos da hidro recreação e à tarde, caminhando contra o vento rs rs rs descobrimos mais esculturas e na praia um rapaz tentando voar de parapente. Ficamos na “turma vai que dá”, mas não deu! Depois de muito tentar, o rapaz desistiu! Depois do jantar teve baile de carnaval, mas precisávamos arrumar as coisas pra voltar pra casa!
A quarta (01/3) amanheceu com cara de chuva e logo depois do café da manhã (marcamos 9h, mas as 8:30h o bagageiro estava pronto) pegamos a estrada! Paramos em Viana ES para o almoço e a estrada livre, uma beleza. Em Campos, uma manifestação: fecharam a estrada e atearam fogo em pneus! Ninguém ia, ninguém vinha! Nessa “brincadeira de mal gosto” foram 2 horas ali parados. Liberada a estrada, fizemos uma parada pra recompor os ânimos e viemos sem problemas até Araruama! Às 23:30h eu estava entrando em casa, morta com farofa! Banho e cama!


Mas valeu! Foi muito bom! Nosso grupo animado (um ou outro sempre destoa, né?), nos divertimos bastante e ficou o gostinho de quero mais! E concluo esse diário de bordo com minha frase da Brincadeira da Chica:


Registrado na fotografia, as lembranças do carnaval!


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